[Vídeo] Medalhistas do ES nas Paralimpíadas de Tóquio 2020 são homenageadas

Luiza Fiorese, medalha de bronze no vôlei sentado; e as nadadoras Patrícia Pereira, bronze no revezamento 4x50m livre até 20 pontos, e Mariana Gesteira, bronze nos 100m livre na classe S9, foram homenageadas em evento que contou com a presença do presidente do COB, Paulo Wanderley

 [Vídeo] Medalhistas do ES nas Paralimpíadas de Tóquio 2020 são homenageadas

Foto: Reprodução/MovNews

Uma manhã de celebração do espírito olímpico na sede da Secretaria Estadual de Esportes e Lazer, em Vitória. As atletas paralímpicas nascidas no Espírito Santo ou que treinam em terras capixabas receberam placas em homenagem às suas campanhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Luiza Fiorese, medalha de bronze no vôlei sentado; e as nadadoras Patrícia Pereira, bronze no revezamento 4x50m livre até 20 pontos, e Mariana Gesteira, bronze nos 100m livre na classe S9, foram efusivamente aplaudidas.

Para Luiza, uma das coisas mais importantes de sua participação e também das colegas de delegação é a representatividade. Por sua vez, Patrícia falou das dificuldades de todo atleta, especialmente os paralímpicos.

Na plateia, na primeira fileira, estava o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley, que além de aplaudir e parabenizar as atletas, apresentou alguns números da campanha brasileira nos Jogos de Tóquio 2020.

Nestas olimpíadas foram 21 medalhas: 7 de ouro, 6 de prata e 8 de bronze. Conquistas que renderam dois recordes para o Brasil: a maior quantidade de medalhas conquistadas em uma olimpíada e a melhor posição no quadro de medalhas: o 12° lugar.

Recorde também nas paralimpíadas de Tóquio: das 72 medalhas conquistadas, mesma marca alcançada na Rio 2016, 22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes que levaram o Brasil à 7ª colocação no quadro geral de medalhas.

Assista a matéria completa:

Natural de Caicó, município localizado a 282 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, Paulo viveu 60 de seus 70 anos de vida em Vitória, onde formou-se em Educação Física pela UFES. No esporte, optou pelo judô, chegando inclusive a presidir a Confederação Brasileira da modalidade.

Capixaba de coração, Paulo Wanderley enalteceu os atletas do Espírito Santo, celeiro de grandes medalhistas olímpicos e paralímpicos.

Já satisfeito com o passado, o dirigente volta seus olhares para o futuro, ainda que os desafios já estejam tão presentes. Por conta da pandemia, a Olimpíada de Tóquio aconteceu um ano depois do programado. Atraso que afetou o início do ciclo olímpico dos Jogos de Paris 2024.

Para chegar bem em Paris 2024, a rotina de treinos e a preparação das delegações de todos os países terão de ser ainda mais intensas. E se depender da tradição capixaba nos Jogos, não há motivo para preocupação. Nas cores da nossa bandeira, a garra e a esperança de quem trabalha e confia.

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