[Vídeo] Filipe Toledo e surfistas capixabas pedem revisão de projeto de porto, em Aracruz; entenda

A Imetame, empresa responsável pela obra, em nota, afirmou que pretende ouvir "diretamente alguns representantes do esporte na localidade"

 [Vídeo] Filipe Toledo e surfistas capixabas pedem revisão de projeto de porto, em Aracruz; entenda

Foto: Reprodução/Imetame

Surfistas em Aracruz pedem que projeto de complexo portuário seja revisto, em um trecho de praia chamado Jurong.

Isso porque a construção da estrutura de um Complexo de Terminais Privados, visado para atender navios que chegam ao porto do município, prejudicaria a prática do esporte.

Um dos representantes do Brasil em circuitos mundiais, Filipe Toledo apareceu em um vídeo solicitando diálogo com a empresa Imetame Logística, responsável pela obra.

Assista:

Imagem: Reprodução

Toledo elogia as ondas que se formam no mar da região. Fala que são de “nível alto”. Os surfistas capixabas e de outros lugares do país, que vão ao local para a praticar o esporte, falam que o empreendimento destruiria vidas marinhas e corais que existem, além das ondas.

A Imetame, em nota, afirmou que pretende ouvir “diretamente alguns representantes do esporte na localidade”. Ressalta que processo de licenciamento ambiental, que durou em torno de 10 anos, teve a autorização do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), também do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A estrutura poderá receber navios de grande porte, que tenham calado de até 16,5 metros e atender cargas como contêiner, carga geral e grãos, informa a empresa. Ainda terá um ramal e perna rodoviária com a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), que está a apenas 3km do porto.

O Iema pontua que a supressão dos corais localizados na área de construção e outros impactos foram avaliados e serão controlados por meio de condicionantes ambientais.

3 Comentários

  • Bom dia!
    Sou a favor do empreendimento, precisamos de geração de emprego e renda, respeitando o meio ambiente.
    Surfistas estão questionando a eliminação de uma onda para prática do esporte, em contrapartida temos mais benefícios em empregos e renda, resumindo procuram outro lugar para surfar.

    • Olá, Márcio! Bom dia!

      Recomendo que você faça uma pesquisa sobre os impactos de empreendimentos desse porte na região versus a real geração de empregos. Regiões como Macaé no Rio de Janeiro ou Campos se tornaram áreas violentas onde o retorno do “desenvolvimento” foi pro bolso dos que já eram ricos ao invés dos moradores locais.

      A maior parte dos empregos gerados vão para profissionais especializados e não para moradores, o “benefício” é ínfimo perto do impacto ambiental gerado. Não existe respeito ambiental em megaempreendimentos.

      Mais do que “uma onda” é toda a fauna marinha da região impactada, além das comunidades de entorno e da prática de pesca artesanal inviabilizada. Não estão sobrando muitos lugares para viver em paz, seria melhor poupar a região de um outro monstro do “desenvolvimento”.

  • Bom dia!!
    Então, diante da reportagem, faço as palavras da CLARA as minhas e infeliz na colocação a fala do MÁRCIO RECLA que não sabe de nada, inocente, creio que matou a aula de Geografia e História, então, reforçando a fala, pesquisa sobre os impactos ambiental que possa vim causa na região e no entorno, vai estudar.

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