sábado, 25 de maio de 2024
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Glaucoma: número de casos da doença é subestimado no país, alertam médicos

Você sabe o que é glaucoma? O glaucoma é uma doença silenciosa que pode levar à cegueira. Em todo o mundo há 64 milhões de pessoas diagnosticadas com glaucoma; 2,5 milhões delas estão no Brasil, mas de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), o número é subestimado.

Apesar de merecer atenção, uma pesquisa realizada por oftalmologistas ligados à SBG mostra que, no Brasil, 90% das pessoas com algum traço da doença ignoram a condição.

Há uma estimativa de que até 2040, 114 milhões de pessoas serão diagnosticadas com glaucoma no mundo. Apesar de ser mais comum acima dos 50 anos, jovens e crianças também podem ter a condição.

A medição da pressão intraocular (PIO), um procedimento de rotina feito em consultório pelo oftalmologista, é um dos principais métodos de identificação dos sinais de alerta para a doença.

A perda da visão começa na área periférica do olho. A doença obstrui os canais de drenagem, provocando aumento da pressão ocular e danos no nervo óptico. Sem diagnóstico e tratamento, ela pode levar à cegueira.

Os pacientes devem ficar atentos a sintomas como vermelhidão nos olhos, sensibilidade à luz (fotofobia), dor forte e súbita em um dos olhos, lacrimejamento excessivo e dores de cabeça frequentes.

“O glaucoma não tem cura, mas, com diagnóstico precoce, é possível reter o avanço da doença. Por isso, a consulta anual ao oftalmologista é tão importante. E esse é um serviço oferecido pelo SUS”, alerta o presidente da SBG, Galvão Filho.

Campanha de conscientização sobre o glaucoma

A SBG lança, nesta quarta-feira (29/11), o filme Silenciosamente. Ele será exibido em mais de 100 cinemas de todo o país para conscientizar a população sobre como ocorre a perda da visão provocada pelo glaucoma.

“O filme é uma forma de evidenciar o efeito do glaucoma, que não tem cura, e de alertar para a importância do diagnóstico precoce. A saúde dos olhos não deve ser negligenciada. As consequências podem ser irreversíveis”, afirma Galvão Filho.

*Informações do Metrópoles

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