Carnaval de rua em Vitória atrai multidões e políticos de esquerda dominam as festividades

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O Carnaval de rua em Vitória movimentou intensamente o centro da cidade, atraindo uma multidão estimada em mais de 100 mil foliões por dia, de acordo com a prefeitura local. No entanto, a presença política durante a festividade revelou uma clara tendência partidária, com a esquerda sendo a principal representante nas ruas do centro.

Baixa presença política e predominância da esquerda

Enquanto vários vereadores da Câmara Municipal de Vitória afirmam ter raízes no centro da capital, apenas dois deles marcaram presença nos festejos carnavalescos. André Moreira (PSOL) e Karla Coser (PT), foram os únicos vereadores a serem vistos nas ruas, desfrutando do carnaval em múltiplos dias.

Da mesma forma, entre os deputados estaduais, apenas três estiveram presentes, todos eles também vinculados à esquerda. Camila Valadão (PSOL), Iriny Lopes (PT) e João Coser (PT), juntaram-se aos vereadores, participando ativamente dos blocos e do ambiente festivo.

Outras preferências políticas durante o Carnaval

Enquanto alguns políticos optaram por partilhar a alegria do carnaval de rua, outros deram preferência ao tradicional “sambão do povo”, desfilando e acompanhando de perto os desfiles e a apuração dos votos.

Centro da capital: reduto da esquerda

O centro da capital parece ser um reduto comum para a esquerda, abrigando diversos sindicatos, o denominado “triplex vermelho” e vários locais de atuação da militância LGBTQIAPN+, como o conhecido bar da Zilda, frequentado pelos políticos mencionados nesta cobertura.

A presença marcante da esquerda durante o Carnaval de rua em Vitória é evidenciada nesta cobertura, proporcionando uma visão aprofundada da dinâmica política e social que caracteriza o epicentro da cidade durante esse período festivo. Por que a atenção ao centro parece ser exclusiva da esquerda? Onde se encontram os políticos de centro e direita durante o Carnaval de rua de Vitória, considerando que estiveram presentes no Sambão do Povo, mas não no centro?

 

 

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