quarta-feira, 10 de agosto de 2022
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Vitória

Musso sinaliza manutenção de candidatura com apoio da Assembleia de Deus

O presidente da Assembleia Legislativa (Ales), Erick Musso (Republicanos), deu sinal de que ainda mantém a pré-candidatura ao governo do Estado. O indicativo mais recente veio ungido. Isso porque o presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), pastor José Wellington Junior, declarou apoio ao deputado na disputa.

A declaração foi dada em vídeo no qual o presidente de ordem religiosa aparece ao lado do presidente de ordem política, mais precisamente do Legislativo Estadual e, hoje, um dos principais líderes de projetos alternativos ao do governador Renato Casagrande (PSB).

Wellington disse desejar que o povo evangélico do Espírito Santo, com especial devoção dos membros da Assembleia de Deus, “voltem o seu olhar para Erick Musso”, porque, segundo ele, o parlamentar pertence à denominação e “é defensor dos princípios morais que regem a palavra de Deus”. O líder religioso pediu orações para o pré-candidato, que se pronunciou ao final do vídeo de quase 1m30s.

A bênção revigora o discurso de que Musso será (mais um) adversário de Casagrande nas urnas neste ano, a despeito de rumores de que o republicano sairia do páreo. Ter o apoio da maior instituição pentecostal do país é importante para capitalizar o voto desse numeroso eleitorado, ao mesmo tempo em que aumenta o calor na disputa pelo Senado Federal.

Hoje, dois nomes são estudados como possíveis candidatos a senador com apoio do Republicanos, presidido no Estado pelo próprio Musso. São eles: o ex-prefeito de Colatina Sérgio Meneguelli, filiado à legenda, e o ex-senador Magno Malta, do PL.

Independente de permissão ou vedação da formalização de mais de uma candidatura por chapa ou coligação ao Senado, tema em deliberação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ter apoio e, especialmente, palanque na campanha deste ano será fundamental.

Neste ano, só estará em disputa uma vaga de senador para cada Unidade da Federação. Ainda assim, uma dupla candidatura pode render votos essenciais para as candidaturas aos governos estaduais, caso de Musso.

Até o dia 15 de agosto, fim do prazo para registro de chapas no TSE, o presidente da Ales e também do Republicanos no Espírito Santo precisa realizar as costuras pendentes. Isto é, se será mesmo candidato ao Palácio Anchieta e se terá, ou o correligionário, ou o coligado em seu palanque. Ambos? Talvez por um milagre. A bênção já veio.

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