quarta-feira, 18 de maio de 2022
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Assembleia Legislativa é iluminada com as cores da Ucrânia

O prédio da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales),recebeu iluminação especial, azul e amarelo, cores da bandeira da Ucrânia. A iniciativa é um gesto de solidariedade às mais de duas mil vítimas do conflito armado que iniciou no dia 23 de fevereiro, quando a Rússia invadiu o território ucraniano.
A iniciativa foi do presidente da Ales, o deputado Erick Musso (Republicanos). “O gesto, singelo, é mostrar a nossa solidariedade com o povo ucraniano. A violação da soberania e da democracia dos países deve ser condenada por todos os povos. Acreditamos na paz e no diálogo na solução dos conflitos”, afirma.
A torre legislativa ficará iluminada dando sequência a homenagem até o dia 15 de março, e pode ser conferida sempre das 18h às 6 horas. 
Solidariedade pelo Brasil
A Casa Legislativa mineira prestou sua homenagem como a Ales, com uma iluminação especial com as cores da bandeira ucraniana. O prédio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais manifestou solidariedade com o país do Leste europeu. 
Palácio da Inconfidência com as cores azul e amarela em solidariedade aos ucranianos. Foto: Guilherme Dardanhan/ALMG
A Assembleia do Paraná também fará uma homenagem ao povo ucraniano. Na segunda-feira (07), haverá uma sessão especial em solidariedade ao povo que está sendo bombardeado pelos russos. O Paraná tem fortes laços com a Ucrânia. Vivem no Estado quase 500 mil ucranianos e seus descendentes, o maior contingente dessa população fora do país de origem. 
Em São Paulo, diversos pontos históricos e monumentos também receberam a iluminação especial com as cores amarela e azul nesta semana, como o monumento às Bandeiras, sede da Prefeitura, Viaduto do Chá, Biblioteca Mário de Andrade e na Ponte Estaiada, sobre a Marginal do Rio Pinheiros.
Solidariedade por todo mundo
Diversas pessoas em todos os cantos do mundo vem prestando suas homenagens ao povo ucraniano. Passeatas com tochas ou caminhadas vêm sendo adotadas por diversos grupos étnicos após a invasão dos russos na Ucrânia.
Cerca de 30 mil pessoas se reuniram no país europeu, Geórgia, para prestar suas homenagens às vítimas dessa sangrenta guerra. Vale lembrar que os georgianos também já foram vítimas de uma invasão russa, em 2008.  
Na Argentina, quase 2 mil pessoas manifestaram os seus sentimentos em torno dos ucranianos. 
Em Genebra, na Suíça, o protesto reuniu mais de mil pessoas na Praça das Nações, em frente à sede da ONU, conforme a polícia local. 
Na capital italiana, durante esta semana,  aconteceu uma marcha à luz de tochas com milhares de participantes, com cartazes que diziam “Putin, assassino!”, “Sim à paz, não à guerra”, ou ainda “Banir a Rússia do Swift”.
Contextualizando
Na madrugada de 24 de fevereiro, a Rússia começou a bombardear o território ucraniano. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na época que os ataques tinham apenas a intenção de atingir bases aéreas ucranianas e outras áreas militares, zonas que não eram povoadas por civis.  
Putin disse não recuar mesmo com as sanções dos países do ocidente. Foto: Agência Brasil.
O líder russo, esclareceu que a operação militar tem o objetivo de proteger civis de etnia russa em Donetsk e Luhansk, cuja independência ele reconheceu no mês passado.
A Rússia vem ganhando espaço dentro do solo ucraniano com o passar das horas. No entanto, a invasão à capital Kiev está mais cautelosa pelo exército russo, pelo fato dos líderes ucranianos estarem se armando com equipamentos de guerra enviados por outros países.  
A Organização das Nações Unidas (ONU) e diversos países vêm aplicando sanções econômicas à Rússia para tentar frear os ataques à Ucrânia. No entanto, o Kremlin disse que não irá recuar até ocupar por completo e banir os neonazistas, que segundo eles estão em solos ucranianos.   
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