segunda-feira, 16 de maio de 2022
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Deputado Evair de Melo fala sobre nova candidatura e postura armamentista

Em mais uma edição o programa Movimento Político recebeu como convidado o Deputado Federal, Evair de Melo. O bate-papo desta vez foi on-line, com o convidado direto de Brasília.

A conversa pautou diversos assuntos, desde as relações políticas do Deputado, com as trocas de partidos, até mesmo sobre as questões agrícolas e armamentistas.

Evair de Melo já está em seu segundo mandato como Deputado Federal, mas começou sua vida pública como secretário da agricultura na prefeitura de Venda Nova do Imigrante. Atualmente no Congresso é vice-líder do governo e demonstra estar aliado ao presidente Jair Messias Bolsonaro.

Veja a seguir trechos da entrevista com o Deputado Evair de Melo

Evair de Melo iniciou sua carreira política no Partido Verde – que é um partido de tendência esquerdista – porém hoje é do PP (Partido Progressista), que é de centro-direita; além de ser aliado do Presidente Bolsonaro. Por que o senhor se sente à vontade com o Presidente Bolsonaro?

“O presidente Jair Bolsonaro sempre me deu muita tranquilidade para trabalhar, tivemos ótimas relações no mandato passado, como disse, sou conhecido como ‘cão de guarda’ do governo aqui na Câmara dos Deputados.”

Deputado Evair de Melo, o senhor será novamente candidato a Deputado Federal pelo Partido Progressista?

“Mas no projeto que eu toco no meu mandato, serei candidato a deputado federal pela reeleição (…) Eu me sinto energizado. Eu gosto da câmara; a câmara é desafiadora. Estou aqui desde o mandato passado; passamos por Impeachment; por cassação do Cunha; por processo de denúncia do Temer; e mais esse mandato com votações muito importantes. Então, eu estou energizado para continuar ocupando esse espaço aqui na Câmara dos Deputados. Agora, se o presidente da República Jair Bolsonaro e a sua equipe me fizerem outro chamado, posso considerar. Mas pelo o que depender de mim, eu gostaria muito de pedir aos capixabas ter a oportunidade de permanecer no 3° mandato.”

O Partido Progressista tem na sua base, além do senhor como deputado, o secretário e ex-deputado Marcos Vicente, que provavelmente também deve ser candidato a deputado. O mercado político quer saber: O senhor recebe de braços abertos o Deputado Da Vitória no Partido Progressista?

“O Partido Progressista tem espaço para receber não só o Deputado Josias Da Vitória, como outros parlamentares que têm atuação. O deputado Da Vitória, aqui em Brasília é alinhado com o Governo, portanto não há nenhum desconforto nas nossas pautas; nas nossas orientações.”

O Senhor tem esse perfil agrícola; sempre trabalhou na área agrícola com formação, e o senhor também está alinhado com o Governo federal. O senhor é armamentista? Acha que o produtor rural deve possuir armamentos para sua defesa pessoal?

“Pela minha história de vida, sou natural do Município Conceição de Castelo (…) a família da minha mãe está erradicada em Venda Nova e estou lá a quase 30 anos; sou técnico agrícola por formação; tenho a vida de um profissional ligado à agricultura.(…) Eu fui motivado a ir para a vida pública com mandato para a partir da agricultura e a partir das oportunidades do nosso interior, trabalhar aqui em Brasília. (…) O agro brasileiro tem mantido o Espírito Santo de pé e o Brasil de pé. (…) Portanto, eu faço essa defesa do agro brasileiro, porque o agro não é só produção de alimento, o agro consome energia, consome veículo, consome combustível. As indústrias que produzem matéria prima e equipamento para o agro estão nos espaços urbanos. Então, é a indústria que mais emprega nesse país, além da produção agropecuária. E no Espírito Santo, nós nunca tivemos uma política séria de segurança pública para o setor rural. Isso é vergonhoso! Porque o Espírito Santo é um Estado agrícola.”

Portanto, Evair defende que o produtor rural, tenha uma arma. Que segurança que esse homem tem?

“O roubo de gados aqui no Espírito Santo é uma vergonha; o roubo de suínos; o roubo de carneiro; o roubo de cavalo; o roubo de uma vaca. Isso é vergonhoso! Nós não temos nenhuma política de segurança pública séria e decente no interior. Eu defendo sim que o produtor rural tenha a sua arma de fogo para que possa ajudar a segurança pública; para que ele possa contribuir lá na sua propriedade. Para que o bandido saiba que lá tem alguém preparado.”

Assista o vídeo desta publicação e confira a entrevista na íntegra.

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