Jogos difíceis x Os craques x Donos da bola

 Jogos difíceis x Os craques x Donos da bola

Foto: Reprodução

Na vida e no trabalho, não podemos esquecer de que existe uma prática que passa a ser uma lógica na convivência humana, onde são muito claros quem são os craques, quem são os donos da bola, quem realmente participa, agrega, contribui para o crescimento de um grupo, ou de um amigo, de um projeto ou uma empresa.

Também, é nos jogos difíceis que conhecemos quem são esses craques e quem são apenas os donos da bola. Ou seja, um CRAQUE tem foco, competências, habilidades, treinamento, visão, projeção de futuro e resultados. O DONO DA BOLA é aquele desprovido de quaisquer habilidades e competências, não possui nenhuma expectativa senão a de ser paparicado, ter seu ego massageado, que sejam feitas as suas vontades mesmo que muitas delas sejam completamente inconsistentes e descabidas. Ele chega e se cola no grupo como um senhor feudal, “pensa” que pode ditar regras àqueles que já fazem parte do grupo em questão, e ameaçam tirar a bola do jogo se suas vontades não forem satisfeitas. É a atitude que caracteriza o dono da bola: a fraqueza em todos os sentidos.

Porém, essas oportunidades nos trazem aprendizados possíveis, observando o ser humano, suas habilidades, tolerância, resiliência, e sua tão cara paciência!

Assim, observamos nesses aprendizados, a capacidade de adequação aos diferentes momentos da vida e à exposição aos diferentes tipos de pessoas e suas reações, ou mesmo, às suas inabilidades e ausências de atitudes. Eis a questão que dá título ao nosso assunto do dia.

As pessoas precisam dessa adequação para garantir a sobrevivência no mundo atual, estarem abertas a novos aprendizados, abrir a mente para as propostas de mudanças que os novos tempos exigem, tirar uma lição da vida, do atual momento, ou mesmo dar uma lição de vida para ajudar no desenvolvimento humano, no crescimento de outras pessoas.

Aliado a isso, não podemos esquecer que a mente sã faz corpo são! Sempre será necessário fazer aquela pausa para as coisas que nos fazem bem, que nos permitem respirar no tempo certo, oxigenar a mente para que novas ideias floresçam, para que se entenda definitivamente a arte da convivência, do compartilhamento, da gratidão a quem gasta seu precioso tempo em nos fazer crescer!

Está comprovado, é nos momentos de crise que surgem as oportunidades das pessoas buscarem soluções criativas. Se fazem necessárias habilidades e capacidades criativas a serem ampliadas com foco na cooperação. 

E aqui pergunto, o quanto nós aprendemos ou aprenderemos com esse desafio que nos foi imposto, com os novos tempos e tecnologias, com as mudanças que precisamos implementar com frequência e urgência? 

Então, voltamos a falar da resiliência, que é fundamental nesse processo! As pessoas resilientes não ficam passivas diante de crises ou desafios. Pois, uma hora essa crise passa e quem estará apto a seguir em frente? Qual empresa, marca, produto ou serviço vai nascer dessa fase? 

É tempo de transformar o egoísmo e voltar atenção para a utilidade de agir em favor do coletivo, que vai gerar solidariedade. Automaticamente, praticando esse pensamento no coletivo, essa solidariedade no âmbito pessoal e empresarial, ocorre a alimentação e fortalecimento da saúde mental e da criatividade, gerando mais produtividade. 

É hora de se adequar, pois são tempos difíceis para os sonhadores, ou profissionais borboletas. Sabemos que o stress adicional e os problemas gerados pela perda econômica, geram casos de depressão, síndrome de pânico, e outros males que afetam a saúde mental. Obviamente, como todas as mudanças desse mundo, essa crise mundial já mudou e ainda , vai mudar muitas rotinas. Porém, certamente, irá mudar muitos projetos, e/ou ainda, irá enriquecer muitos projetos com as possibilidades de inovação gerada por todos os fatores acima citados

Por isso, “corra Lola, corra” pois ainda é tempo de pensar ou se perguntar O QUE TE MOVE? Particularmente eu te digo, o que me move é a certeza de que o ser humano é fantástico, multifacetado, multidisciplinar, multifunções, e que podemos passar por uma adversidade e sair melhor do que entramos. Como fazer isso? 

Eu lembro aqui de um outro filme: “eu sei o que vocês fizeram no verão passado” e quero dizer a vocês que, não devem repetir nada! Passou, acabou, já foi. O que vocês estão fazendo para salvar vocês e os negócios da crise? Vamos partir para novas possibilidades! Quanto mais formos capazes de enxergar além dos nossos interesses, mais rápido vamos nos recuperar e aprender a estender a mão. É via de mão dupla! Lembrando que, o ócio pode ser criativo, saudável e render ótimas ideias.

E aqui eu vou lembrar de um exemplo histórico para superar as possíveis armadilhas do mercado. 

O filme TUBARÃO (Steven Spielberg – 1975). Oscar de Melhor Trilha Sonora Original. Todos nós assistimos, e foi sucesso com as novas invenções inclusive daquele som que parecia penetrar no peito da gente! Resumindo: Uma jovem foi atacada por um tubarão em uma pacata cidade, na praia turística na cidade de Amity – Nova Inglaterra. O Chefe de Polícia queria fechar a praia. Mas, o poder público – Prefeito, não permite e opta por “esconder” e desacreditar o fato, para não perder os lucros com a temporada turística do verão, expondo perigosamente a vida dos frequentadores. 

A todos vocês que, por um motivo ou por outro, estão aqui ao meu lado e sempre dispostos a somar, vamos lembrar que, não se faz nada sozinho! E em momentos como os que estamos vivendo, menos ainda! 

Seja a diferença que você critica no mundo!

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