segunda-feira, 27 de junho de 2022
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[Vídeo] Campeão olímpico, Bruno Schimidt dá pistas sobre futura dupla no vôlei de praia

O campeão olímpico Bruno Schimidt anunciou recentemente o fim da parceria com Evandro Gonçalves. Juntos desde 2019, ambos terminaram os Jogos de Tóquio 2020 na 9ª colocação do vôlei de praia masculino, após derrota nas oitavas de final para os letões Plavins e Tocs. E prestes a iniciar um novo ciclo olímpico, de olho em Paris 2024, ele já tem um novo parceiro em mente.

No último sábado (28), em entrevista exclusiva para o MovNews, Bruno deu alguns detalhes de quem irá formar com ele a dupla em busca de novas conquistas na modalidade. “Ainda não divulguei oficialmente, mas é um menino, também bloqueador alto, dois metros. Ele está morando hoje em dia no Nordeste”, disse sem apresentar nomes.

Mesmo fazendo mistério sobre o novo companheiro de vôlei, Bruno Schimidt não se esquivou de outras perguntas. Falou do tênis de praia, esporte que começou a praticar recentemente, mas apenas por diversão. “Me tiro disso aí”, garantiu descontraidamente durante o Arena Vix Track & Field, realizado no último final de semana e do qual foi um dos atletas amadores inscritos. Esse foi o primeiro torneio da modalidade disputado em Vitória desde o início da pandemia.

Bruno Schimidt e Evandro em ação – Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV

Com um depoimento emocionante, lembrou da batalha pela vida que travou contra a Covid-19. Em fevereiro deste ano, ele ficou 13 dias internado em um hospital de Vila Velha, sendo que cinco desses dias foram vividos em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quando chegou a ter 70% dos pulmões comprometidos.

Na conversa, Bruno Schimidt comparou a disputa das Olimpíadas de Tóquio 2020 com os Jogos do Rio 2016, quando chegou ao lugar mais alto do pódio ao lado do capixaba Alison. “Eu sou um cara durão, mas ainda quando toco nesse assunto eu seguro as lágrimas“, afirmou o atleta eleito por duas vezes o melhor jogador de vôlei de praia do mundo.

“A medalha no Rio foi maravilhosa, mas o que eu fiz esse ano, de sair acamado, ter quatro meses para estar em Tóquio. E eu sei o quanto o pessoal incentiva e quer ver você performando da melhor maneira possível e tentando buscar uma medalha para o seu país. Então eu me agarrei nisso e falei ‘vou lá e vou dar o meu melhor'”, recordou.

Na esteira das lembranças, Bruno foi taxativo. “Vou te falar: o gostinho foi melhor que a medalha de ouro no Rio”, cravou.

Assista à matéria na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=NLPrx8XF434
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