domingo, 14 de agosto de 2022
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Dose amarga: as bebidas com maior teor de impostos no Brasil

Você sabe quanto de imposto cabe na dose de cachaça? Naquele copo de chope bem tirado? E no vermute, para os paladares da velha-guarda? Independente do gosto, ninguém está a salvo de ter os incômodos impostos “serrando” um pouquinho de cada dose. São os impostos deixando seu trago sempre mais amargo.

A lista de tributos que incidem sobre as bebidas alcoólicas inclui impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sobre Produtos Industrializados (IPI), além do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Quando a birita é importada então, aparece ainda o Imposto de Importação.

A mais tradicional, a boa e velha cachacinha, é justamente a mais taxada do país. Sem ela a caipirinha não existe, o que traz a mistura de aguardente de cana com limão, açúcar e gelo na vice-liderança.

Já o uísque, que para o poetinha trata-se do “cachorro engarrafado”, é a terceira bebida com maior tributação no Brasil – talvez porque uma grande amizade tem mesmo muito valor.

Nacional ou estrangeira, quente ou gelada, destilada ou fermentada, do momento ou fora de moda, elaborada ou simplesmente engarrafada, confira o ranking das 10 bebidas com maior tributação no Brasil:

  1. Cachaça – 81,87%
  2. Caipirinha – 76,66%
  3. Uísque – 67,03%
  4. Vodca – 67,03%
  5. Chope – 62,20%
  6. Vermute – 61,85%
  7. Quentão – 61,56%
  8. Vinho importado – 59,73%
  9. Champanhe – 59,49%
  10. Espumante – 59,49%
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