quarta-feira, 29 de junho de 2022
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Prepare o bolso: Petrobras anuncia reajuste de 7,2% na gasolina e no gás de cozinha

A partir deste sábado (9) a gasolina e o gás de cozinha (GLP) ficarão 7,2% mais caros no Brasil. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (8) pela Petrobras, que vai reajustar o valores para suas distribuidoras.

De acordo com a empresa, o preço médio do litro da gasolina subirá de R$ 2,78 para R$ 2,98 – um aumento de R$ 0,20 por litro. Já o GLP salta de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg – alta de R$ 0,26 por kg. Com o reajuste, o botijão de 13 kg passará a custar R$ 50,15.

Como a gasolina comercializada nos postos de combustíveis possui, obrigatoriamente, 27% de etanol anidro em sua composição (restando 73% de gasolina), o aumento será de R$ 0,15 por litro. Assim, a parcela da Petrobras no preço do combustível nas bombas alcançará R$ 2,18.

Desta vez não foi anunciado reajuste no preço do óleo diesel vendido às distribuidoras, o que já ocorreu recentemente, no final de setembro, quando a companhia elevou o preço do combustível em 8,89%, a partir do dia 29 do mês passado.

Também nesta sexta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): no acumulado dos últimos 12 meses até setembro último, o preço da gasolina subiu 39,6% e o gás de botijão 34,67%.

Segundo a Petrobras, o reajuste sobre o GLP ocorre “após 95 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais”. Já para a gasolina A, de acordo com a empresa, o período de estabilidade foi de 58 dias.

Em seu anúncio, a Petrobras destacou que aplica o reajuste sobre o GLP “após 95 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais”. Já para a gasolina A, o período de estabilidade foi de 58 dias, segundo a empresa.

A estatal afirmou que a elevação dos preços aqui no Brasil é reflexo dos preços do petróleo praticados internacionalmente, “impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial” e pelo “fortalecimento do dólar em âmbito global”.

Nesta quinta-feira (7), o preço do barril de petróleo Brent – referência internacional – fechou em US$ 81,95. Já o dólar bateu R$ 5,5160, a maior cotação desde 20 de abril.

A Petrobras pontuou que ajustes “são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras”.

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