quinta-feira, 19 de maio de 2022
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Novas linhagens do coronavírus não têm relação direta com os pacientes do Amazonas e Rondônia, afirma subsecretário de Saúde

Luiz Carlos Reblin atribui a chegada das novas cepas ao Estado através de viagens são essenciais pelo território brasileiro

As novas linhagens do coronavírus que circulam pelo Espírito Santo não foram transmitidas pelos pacientes do Amazonas e Rondônia transferidos ao Estado para dar continuidade ao tratamento da doença, afirmou Luiz Carlos Reblin, subsecretário de Vigilância em Saúde, durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (17).

Reblin explica que essas pessoas estiveram isoladas em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e enfermarias exclusivas e que os profissionais de saúde que têm contato direto com eles usam equipamentos de proteção adequados e realizam o teste para Covid-19 a cada três dias.

Questionado sobre a que ele atribuiu a chegada das novas cepas, o subsecretário mencionou as viagens são essenciais pelo território brasileiro, ocorridas tanto por meio do transporte aéreo quanto pelo rodoviário intermunicipal.

Leia Mais: Prefeitura de Vila Velha disse que não houve perdas de doses da vacina contra a Covid-19

“A circulação do vírus se dá pela circulação de pessoas, os pacientes que foram transferidos com todo cuidado não são responsáveis pelas novas linhagens no Estado”, declarou.

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