quarta-feira, 29 de junho de 2022
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PF prende em flagrante homem por receber notas falsas pelos Correios

A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante um homem de 22 anos que recebia uma encomenda contendo cédulas falsas em uma agência dos Correios, no Centro de Vila Velha. No interior do pacote, os agentes encontraram a quantia de R$ 1 mil, em notas de R$ 100 e R$ 50. O caso se deu no final da tarde desta terça-feira (31).

Funcionários da Área de Segurança dos Correios suspeitaram de uma encomenda recebida na agência, indicando a presença de material irregular em seu interior, e acionaram a PF.

No local, os agentes aguardaram até a chegada do jovem a quem era endereçada a encomenda. A abordagem se deu no momento em que o homem retirava o material no balcão da agência. Ao constatarem que no interior do pacote havia cédulas falsas, os policiais efetuaram a prisão em flagrante do indivíduo, que confessou ter adquirido as notas pela internet, mas que não sabia informar quem seria o vendedor.

O preso foi levado para a Superintendência da PF para formalização do auto de prisão em flagrante e, na sequência, conduzido para o sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

Esta é a 11ª prisão em flagrante pelo crime de moeda falsa realizada pela PF somente neste ano. De acordo com a corporação, as apreensões evitaram a entrada no comércio local de cédulas falsas que superam o montante de R$ 12 mil.

A PF acrescentou que continuará com as investigações a fim de identificar os responsáveis pela produção e distribuição das cédulas fraudulentas.

Pena

O preso responderá pelo crime de Moeda Falsa previsto no artigo 289, §1º, do Código Penal, cuja pena varia de três a 12 doze anos de reclusão, além da aplicação de multa.

A pena vale para quem falsificar, fabricar ou alterar moeda metálica ou papel-moeda de curso legal no país ou no estrangeiro. O mesmo vale para quem, por conta própria ou alheia, importa ou exporta, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa.

Delitos dessa natureza são considerados de grave potencial ofensivo pela Lei, especialmente porque atentam contra a fé pública.

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