quinta-feira, 19 de maio de 2022
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Presidente da Assembleia pede apuração de morte de adolescente em porta de hospital

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Erick Musso (Republicanos), usou as rede sociais para pedir ao governador Renato Casagrande (PSB) uma ação imediata na apuração da morte do jovem Kevinn Belo Tomé da Silva, de 16 anos.

O adolescente morreu após esperar por atendimento por 4 horas na porta  do Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), em Vila Velha.

O rapaz havia sido transferido de ambulância de Cachoeiro de Itapemirim para o Himaba, onde a família não conseguiu atendimento e assistiu, sem poder fazer nada, a morte do jovem dentro da ambulância.

Em suas redes sociais, Erick cobrou ações imediatas do governador:

Deputado usou as redes sociais para cobrar providências ao governo

“A falta de gestão do atual governo nos leva a conviver com situações como essa. Inaceitável. Espero que o governador tome medidas duras e imediatas para apurar a morte do menino Kevinn. Minha solidariedade à família”, disse.

A família do jovem afirma ter sido comunicada pelos médicos do pronto atendimento de Cachoeiro que haveria uma vaga de UTI no hospital da Grande Vitória. No entanto, ao chegar ao Himaba, Kevinn não conseguiu dar entrada.

Depois de quatro horas, Kevin não resistiu à terceira parada cardíaca e morreu dentro da ambulância. A família diz que depois que o menino já estava morto a mãe foi chamada para fazer o prontuário.

A família registrou um boletim de ocorrência na delegacia e quer que o caso seja investigado. Duas médicas plantonistas do Himaba foram afastadas.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a direção do hospital fará uma representação junto ao Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES), na próxima segunda-feira (2), para que a conduta das duas profissionais seja devidamente avaliada.

A Secretaria da Saúde informou ainda que a direção do Himaba registrou uma ocorrência policial contra o que considera “flagrante negligência médica” por parte dos profissionais plantonistas.

 

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