quinta-feira, 19 de maio de 2022
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Bombeiros prorrogam por 20 dias prazo para conclusão de laudo de desabamento em Vila Velha

Continua o mistério do que causou a explosão que fez um prédio de três andares desabar e matar três pessoas de uma mesma família no bairro Cristóvão Colombo, em Vila Velha. Isso porque o laudo pericial ainda não foi concluído. Diante disso, o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) prorrogou as investigações por 20 dias.

A conclusão estava prevista para esta quinta-feira (12), mas, “devido à complexidade da investigação”, o CBMES resolveu prolongar o período de apuração, conforme informado em nota divulgada à imprensa.

Ao todo, sete oficiais e dois sargentos inspetores dos bombeiros participam dos trabalhos. Até o momento, permanece a linha de investigação de que um vazamento de gás na residência causou a tragédia. O que não se sabe são as circunstâncias que provocaram a explosão.

Há menos de 15 dias os investigadores já haviam cravado o motivo, descartando assim outras duas teses, entre elas a de que o kit gás de um dos veículos da família vitimada seria a origem do vazamento, mas os automóveis dos moradores não possuíam esse equipamento. A informação foi dada pelo capitão Loreto.

VÍDEO: Câmera flagra momento exato da explosão de prédio de três andares que desabou em Vila Velha

Desabamento

No dia 21 de abril, feriado de Tiradentes, o prédio de três andares Rua Antônio Roberto Feitosa, no bairro Cristóvão Colombo, em Vila Velha, veio ao chão após uma explosão ocorrida no térreo do edifício, por volta das 7 horas da manhã. Ao todo, quatro pessoas moravam na residência.

Eduardo Cardoso, de 68 anos, a filha, Camila Morassuti Cardoso, de 34, e a neta, Sabrina Morassuti Lima, de 15 anos, morreram soterrados. Apenas Larissa Morassuti, de 37 anos, escapou com vida do meio dos escombros, resgatada pelos bombeiros.

Ela perdeu o pai, a irmã e a sobrinha, cujos corpos foram enterrados no dia 23 do mesmo mês, no cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta, em Vila Velha.

Larissa foi levada imediatamente para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória. Lá, permaneceu internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) por cerca de seis dias, até ser levada para uma Unidade de Alta Dependência de Cuidados, por medidas de precaução. Pouco tempo depois, ainda no mesmo dia 27, recebeu alta.

“De repente, uma nuvem de poeira envolveu tudo”, relata vizinho de prédio que desabou

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