quarta-feira, 18 de maio de 2022
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Resgate das vítimas de prédio que desabou em Vila Velha não tem hora para acabar

O resgate das vítimas do desabamento de um prédio de três andares no bairro Cristóvão Colombo, em Vila Velha, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (21), não tem hora para acabar. Quem garante é o coronel Marcelo D’isep, coordenador da Defesa Civil, que está no local ajudado no atendimento da ocorrência.

Não há uma previsão do horário do resgate das vítimas, sendo que duas delas, até o momento, foram localizadas com vida. De acordo com o coronel, os trabalhos são lentos e devem se estender até o fim da tarde e possivelmente até à noite. Cerca de 22 bombeiros fazem o serviço de retirada do entulho, de forma manual, e busca das vítimas sob os escombros.

“Encontramos duas pessoas que verbalizaram. Elas já conseguem ver a luz do sol mesmo que sob os escombros. Ainda não temos a certeza do número total de vítimas. A informação inicial é de que seriam cinco pessoas. O resgate é lento, manual, para não mexer muito na estrutura e resgatar essas pessoas”, disse o coronel Marcelo D’isep.

Trabalho dos bombeiros é feito de forma manual. Foto: Bombeiros ES

Desafio

O principal desafio é evitar que as pessoas sob os escombros sejam esmagadas. Por isso a busca por vítimas é feita quase que manualmente, como um trabalho de “formiguinha”. Máquinas e equipamentos foram disponibilizados pela Prefeitura de Vila Velha e aguardam um sinal positivo para entrar em ação.

“A estrutura está toda no chão, bem colapsada, mas existem bolsões de ar onde possíveis vítimas podem estar abrigadas. No entorno, temos seis casas que foram desocupadas e foi feito o cadastro dessas famílias. Posteriormente vamos fazer uma análise mais detalhada das estruturas dessas casas vizinhas, para aí sim, elas poderem ser liberadas e as pessoas retornarem aos lares”.

Possíveis causas do desabamento

“Estamos trabalhando com essas duas hipóteses. Uma é o próprio colapso da estrutura, na edificação. E a outra é a questão do vazamento de gás, porque alguns vizinhos relataram terem sentido cheiro de gás”, finaliza o coronel Marcelo D’isep.

Um efetivo de cerca de 60 pessoas, entre Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Samu, Prefeitura de Vila Velha e Polícia Militar trabalham no local.

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