quarta-feira, 18 de maio de 2022
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Mãe de Eliza Samudio faz vaquinha virtual após marido entrar em estado vegetativo

Quase 12 anos depois do desaparecimento de Eliza Samudio, no conhecido caso do Goleiro Bruno (ex-Flamengo), a mãe dela, Sônia Moura, vive outro drama familiar.

O marido de Sônia, Hernane Silva de Moura, de 52 anos, segundo ela, está em estado vegetativo desde o início de abril, após sofrer uma sequência de paradas cardíacas.

A mãe de Elisa Samudio cuida do filho dela e do goleiro Bruno, Bruninho, de 12 anos. Ela revelou que como Hernane era o único provedor financeiro da família, criou uma vaquinha virtual (clique aqui para acessar) com o intuito de ajudar nos gastos domésticos e criação do neto.

“Fomos informados que todo o cérebro dele foi afetado. Hernane não voltará mais para nós a não ser em nossos corações. Por isso, venho pedir ajuda dos amigos, pois até conseguir a documentação para quem sabe conseguir a aposentadoria dele, necessito de ajuda financeira para os gastos com todas as despesas com aluguel, comida, energia, remédio até conseguir novamente sobreviver a esta tragédia”, disse Sônia Moura na descrição da vaquinha virtual.

Início do problema

O drama começou em 1º de março, quando Hernane sofreu a primeira parada cardíaca, demorando cerca de 40 minutos para ser reanimado. Chegando ao hospital Santa Casa de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, onde mora, Hernane teve uma segunda parada cardíaca, por mais 20 minutos.

Hernane foi intubado por nove dias, ficou internado na UTI, mas se recuperou durante o mês e no dia 30 de março foi enviado para o quarto. Entretanto, dois dias depois, Hernane sofreu uma terceira parada cardíaca, com graves e irreversíveis sequelas neurológicas, segundo o hospital disse ao G1.

Eliza Samudio morreu em 2010 e o ex-goleiro Bruno foi condenado pelo caso (Foto: Montagem Arquivo Pessoal e TV Globo)

Caso Elisa Samudio

O menino Bruninho, de 12 anos, é filho de Eliza Samudio e do goleiro Bruno, que na época do crime jogava no Flamengo. Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi encontrado. Bruno foi condenado por homicídio triplamente qualificado e pelo sequestro e cárcere privado do filho, recém-nascido na época do caso.

Com informações do G1/MS.

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