quarta-feira, 18 de maio de 2022
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Vitória

Maio, mês das mães!

Caro leitor, próximo domingo, oito de maio, será comemorado o Dia Das Mães. E para
brindar àquela que nos deu a vida a coluna homenageia as mães de todo o mundo com
uma sugestão de tirar o fôlego.

Você poderá abrir qualquer garrafa de vinho, tinto, branco ou rose, desde que o
primeiro brinde seja com um espumante para iniciar as comemorações do dia da sua
amada mãe. Existe uma infinidade de champanhes mundo afora, mas, escolhi alguns
para falar a respeito e fazer a indicação.

Vamos iniciar falando um pouquinho e indicando o champanhe, Dom Pérignon, da casa
francesa Moët et Chandon, que leva o nome do seu criador, o monge beneditino, Dom
Pérignon.

Sua primeira safra foi a de 1921 e somente colocada à venda em 1936. Ele é elaborado
com a mistura de 55% de uvas Chardonnay e 40% de pinot noir, com dosagem de 7g/l
(sete gramas por litro) de açúcar. Seu valor de mercado depende da safra. A vinícola
produz outro champanhe bastante conhecido de nós brasileiros, o Moët et Chandon
Imperial Brut, excelente, mas com preço bem menor, lembrem-se, os preços
dependem muito das safras, quanto mais velho mais valor agregado o vinho terá, isto
tanto para os tintos quanto para os brancos ou espumantes.

O champanhe é um vinho branco gaseificado, produzido a partir de três uvas, duas
tintas, a Pinot Noir e a Pinot Meunier e a branca Chardonnay. Bem, cabe aqui mais
uma explicação: Por que o champanhe é um vinho branco se há na sua elaboração
duas uvas tintas? Porque antes da prensagem e maceração das uvas a casca das tintas
é retirada. Se observarmos, a cor da polpa da fruta é branco-pérola, portanto, este é o
motivo de o champanhe ser chamado de vinho branco.

A partir do ano de 1927 somente os espumantes produzidos na região nordeste da
França, em Champagne, poderiam ter esta denominação, mesmo que em outros
países fosse utilizado o mesmo método, o Champegnoise tradicional ou clássico,
mesmo assim não poderiam mais constar em seus rótulos a palavra champanhe.

Outro champanhe renomado e bastante conhecido e vendido no mercado brasileiro é
a Veuve Clicquot Brut (465 reais). Elaborado com a predominância da uva Pinot Noir,
1/3 de Chardonnay e a Pinot Meunier. Envelhecimento de no mínimo 30 meses em
barris de carvalho francês.

Os espumantes brasileiros estão bem cotados e disputados em outros países. A Salton,
Casa Valduga, Casa Perini e a Chandon, produzem espumantes de excelente qualidade
que foram premiados em concursos no exterior. É o caso da Chandon Excellence Brut
que num concurso às cegas na França ganhou o honroso segundo lugar (140 reais). A
mesma vinícola nacional produz o Chandon Reserve Brut (90 reais). Há espumantes
com preços abaixo dos citados e de boa qualidade, tanto brasileiros quanto argentinos
e chilenos como é o caso do Omnium Brut (40 reais).

O vinho espumante deve ser servido gelado a uma temperatura entre 3ºC e 7ºC.
Harmonizam bem com saladas, massas, carnes brancas e vermelhas, sashimis, sushis,
camarão e até mesmo com o nosso caranguejo. Só não se harmonizam com direção.
Se o leitor quiser investir um pouco mais no próximo domingo Dia das Mães, a coluna
sugere o Dom Périgon, afinal, qual a mamãe que não merece comemorar o seu dia na
companhia dos filhos e de um monge beneditino?

Um brinde às Mães, comemore, celebre o almoço do próximo domingo, mas se beber
não dirija.

Até a próxima semana!

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