sexta-feira, 19 de agosto de 2022
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Inteligência Artificial – IA

Obviamente que todos concordamos que o mundo mudou radicalmente e com muita velocidade! Porém, ao constatarmos essa realidade não nos damos conta da infinidade de mudanças que vamos absorvendo e incorporando em nossas vidas, sem que estejamos atentos a cada uma delas ou, questionando o porquê das mesmas, como funcionam, para quê, etc.

Podemos dizer que, ao caminhar para uma sociedade 5.0, onde o ser humano e a máquina estejam interagindo em harmonia, será necessário adequar também toda espécie de informações disponíveis que possam dar suporte a essas inovações.

São tecnologias emergentes, com a inserção de assistentes virtuais em vários segmentos, fato que enseja a necessidade de simplificação das expressões da nossa língua visando integrar a língua portuguesa aos sistemas.

Nós vamos, simplesmente, incorporando à nossa casa, nossa vida, nossos costumes, toda espécie de robozinhos facilitadores sem nos atentarmos aos detalhes essenciais.

Logicamente, existe uma preocupação de fazer com que as assistentes virtuais tenham agregadas em seu contexto a necessidade de humanização da voz para que essa interação com o público consumidor se torne mais humanizada, mais fluída, seja mais próxima do natural.

Com certeza, quanto mais humano for o atendimento dessas máquinas necessárias ao nosso dia a dia, obviamente, melhor será a experiência do usuário/consumidor. Exatamente por isso, um dos caminhos para essa humanização se dá por meio da interação por voz. É uma forma de aproximação à qual estamos mais habituados.

Em especial, com o novo perfil do consumidor, cada vez mais digital e exigente, os bancos precisaram se adequar aos novos formatos de relacionamento com os clientes, principalmente pelas razões impostas pela pandemia. Ou seja, surgiu aí a necessidade de colocar mãos à obra e transformar essa experiência do cliente, porém, de forma menos agressiva, mais satisfatória.

Isso acontece porque, não basta ter tecnologia. É preciso que essa tecnologia venha revestida de sensibilidade, de se antecipar às expectativas do consumidor, criando um laço humanizado nessa interação, eliminando eventuais desencontros e insatisfações.

A experiência do cliente e a inteligência artificial estão no topo das estratégias digitais, mesmo porque ele passa diariamente pelo reconhecimento digital, facial, experiências de detecção de fraudes, e uma série de outros problemas que o mundo traz para sua interação.

À medida que o mundo continua a se abrir, as distâncias estão bem mais reduzidas do que já estiveram antes quando pensávamos que só o advento da internet já havia nos aproximado e, com isso as empresas necessitam investir em ferramentas essenciais que apoiem toda essa revolução, inovação. Assim, estarão garantindo que as operações podem e devem ser realizadas de qualquer lugar, com qualidade, confiança, segurança.

Com a pandemia, a inteligência artificial se tornou uma revolução dentro de outra revolução. Foi extremamente necessário para fluir, progredir, dar segmento aos atos diários. E, assim, foram sendo criadas ferramentas para atender à essa sociedade 5.0 que foi surgindo.

É a mesma transformação que trouxe a tecnologia para o mercado de trabalho também, fazendo com que todas as carreiras, todos os segmentos embarcassem na transformação digital. A tecnologia mudou absurdamente nossa forma de trabalhar. Mas ainda não sabermos exatamente o QUANTO mudou essa nossa forma de trabalhar porque fomos atropelados pelas circunstâncias e pela necessidade urgente de mudanças e adaptações em velocidade nunca antes imaginada. 

Diante de toda essa revolução digital, ficamos conectados em tempo integral, dependendo das máquinas, desse atendimento mecanizado, colocando nosso rosto em total reconhecimento onde quer que você vá, ou mesmo a inserção da sua digital mesmo que seja para abrir o portão da sua casa e acender as luzes. 

Parece muito simples, mas não é!

Essas mudanças fizeram com que as pessoas também mudassem, e muito!

Essa falada sociedade 5.0 ainda precisa ser trabalhada, orientada, melhor informada para que possa interagir com todas essas máquinas, sem portanto,  perder sua essência, seu lado humano, e estar atento às necessidades de interagir com os outros humanos!

A máquina é uma ferramenta e deverá ser vista e tratada sempre como uma ferramenta, útil, prática, eficaz! 

Faça bom uso dela!

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