segunda-feira, 16 de maio de 2022
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Moradores da Serra definem prioridades para obras municipais

Na Serra, o tradicional Orçamento Participativo de 2022 está em sua segunda fase. A primeira, que encerrou suas votações no dia 13 de fevereiro, priorizou o recebimento das sugestões dos moradores com relação às obras que eles querem que sejam realizadas no município e, agora, a participação dos cidadãos passa por um processo de análise. 

O Orçamento Participativo é uma ferramenta democrática que permite ao cidadão indicar ações para que a prefeitura possa executar. Durante os plenárias cada munícipe pode votar no que acredita ser melhoria prioritária para o seu bairro. 

Na primeira fase, 1.770 pessoas participaram das plenárias. Este segundo momento prossegue até o dia 25 de fevereiro. No Orçamento Participativo são utilizados como critérios de avaliação a disponibilidade de recursos do orçamento, possibilidades técnicas de realização da ação, o Plano Plurianual (PPA) e a Lei do Orçamento Municipal (LOA), dentre outros, sempre alinhados ao Plano de Governo. 

A  Diretora do Núcleo do Orçamento Participativo, Daniele Frasson explica que agora é o momento de ouvir as demandas da população e fazer a triagem. Esta parte do trabalho é feita por todos os secretários do município. Ela também afirma que o momento é importante porque é nessa parte que será identificado a viabilidade orçamentária e técnica do pedido.

“Por exemplo, às vezes o munícipe pede a construção de uma área de lazer e o bairro dele não tem espaço para fazer isso. Neste caso, é necessário que a prefeitura identifique se existe um terreno no município para que possa ser feita essa área de lazer para atender esta demanda e se tem orçamento para executar esse pedido. Isso é que chamamos de fase de triagem”, explicou.

Ao término da análise, começa a terceira fase, que reunirá representantes da Assembleia do Orçamento Municipal (AMO), por meio de seus delegados, que participarão de reuniões nas 11 Regiões do Orçamento Participativo. Nesta etapa, segundo Frasson, será definida a relação das prioridades que poderão ser realizadas em cada região. “As obras mais votadas passarão por um estudo de viabilidade técnica que será apresentado na terceira etapa do processo”.

Daniele ainda falou da importância que é fazer parte do Orçamento Participativo e contribuir com ideias e sugestões de obras para o desenvolvimento do município. Ela motiva a participação da comunidade.

“O nosso departamento aqui que é o núcleo de acompanhamento do Orçamento Participativo, é um departamento que a gente ouve muito as demandas da população, a maioria das vezes quem traz são os líderes comunitários, mas eu tenho a esperança de um dia conseguir com que as pessoas participem das mudanças, que não fiquem só depositando a energia em outras pessoas e aguardando. Quando desejamos um resultado, precisamos trabalhar para isto, seja junto com o líder comunitário, com os vizinhos ou a prefeitura. Ninguém faz nada sozinho”, finalizou.

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