sexta-feira, 24 de junho de 2022
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[Vídeo] Infectologista fala sobre a epidemia de gripe H3N2 no ES

A epidemia de gripe no Espírito Santo tem preocupado as autoridades a ponto do secretário de Estado de Saúde, Nesio Fernandes, projetar que ela não deve acabar antes de fevereiro. Em Vitória, apenas entre a meia-noite às 18h da última terça-feira (28), mais de 700 pessoas deram entrada em dois Pronto Atendimentos (PA) da capital infectadas pela H3N2, uma nova forma do vírus causador da influenza A.

Diante desse cenário, ainda mais complicado dada a circulação da variante Ômicron do coronavírus, a Prefeitura anunciou o pleno funcionamento de todas as 29 Unidades Básicas de Saúde do município até o Réveillon, nesta sexta-feira (31).

Tanto a gripe H3N2 quanto a Covid-19, especialmente nos casos de infecção pela nova variante, apresentam sintomas muito parecidos mesmo sendo doenças diferentes, como explica o médico infectologista Carlos Urbano.

O especialista pontua que casos de gripe costumam acontecer em maior número entre os meses de março e setembro, durante o outono e o inverno brasileiro. No entanto, a epidemia registrada no Espírito Santo e em outros estados neste final de 2021 é motivada por alguns fatores, entre eles a baixa adesão à imunização contra a gripe, dado o foco na vacinação da Covid-19, e o afrouxamento das medidas restritivas impostas para enfrentar o coronavírus.

Ainda segundo Urbano, existem algumas maneiras de se prevenir de uma gripe tão preocupante quanto a H3N2, sendo a mais eficaz a vacinação, ainda que a nova variante encontre janelas de escape nos imunizantes atualmente utilizados no mundo. Isso, contudo, não diminui a importância de tomar a vacina.

Assista à entrevista na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=wgemeHQ7LnM
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